quarta-feira, 16 de março de 2011

O2 Pursuit


A alguns anos, um francês maluco, mas brilhante, ex-engenheiro de Formula 1 vinha desenvolvendo um motor que ao invés de usar a explosão de combustíveis fósseis usa nada mais que ar comprimido para movimentar os pistões (veja aqui). Apesar da idéia dar origem a um motor não poluente e extremamente econômico ser maravilhosa, ela esbarra nos interesses dos reis que usam coroa de ouro negro... por esse motivo os veículos com esse motor demoraram mais de dezoito anos para serem produzidos comercialmente.

Colocar o mesmo tipo de motor em uma motocicleta é só mais uma implicação do que acredito ser o motor do futuro (petróleo não é renovável e a medida que vai ficando escasso ou mais difícil de obter vai ficando mais caro, a não ser que você more na Venezuela...).

Esse grilo bizarro aí na foto é o prototipo sendo desenvolvido, foi até premiado pelo design na Austrália.

Eu não sou nenhum "eco chato" (sou pro ecologia mas eco chato é eco chato), mas sou super favorável ao aperfeiçoamento desse projeto.

Dentre as vantagens do motor a ar comprimido estão a não emissão de poluentes, diminuição dos custos de produção, manutenção e uso e até podem servir como purificador do ar urbano.

A aparência da moto na verdade acaba sendo o detalhe menos importante no conjunto, o design foi concebido para o veículo ser simples e leve.

Vamos ver se o projeto vai pra frente.

Carlinhos Miniaturas

Galera, já faz um certo tempo que recebi um comentário de mais um artista que faz miniaturas de motos com peças de relógios e sucatas em geral. Seguindo os passos do mestre Pfau, esse talentosissimo artista precisa e merece maior visibilidade para que o sucesso e notoriedade que lhe é de direito. O artista em questão é o Carlos, e... analisando com calma, prestando atenção nos detalhes, dimensões e proporções, acredito que essas sejam uma das melhores coleções do miniaturas feitas com "sucata" que já vi. Por fim... para maiores detalhes visite a o Blog do Carlinhos  http://carlinhosminiaturas.blogspot.com.





P.S: ESSE É POST NÃO PATROCINADO

Uma breve Hitória sobre a BUELL

"Fundada em 1983, a Buell iniciou uma bem-sucedida parceria com a Harley-Davidson Motor Company em 1993, e foi incorporada à empresa em 1998. Seu fundador e idealizador, o engenheiro Erik Buell, foi mantido na empresa como chairman e diretor técnico da marca.Sua fábrica está instalada na cidade de East Troy, em Wisconsin, EUA. Na unidade, são produzidas cerca de 10 mil motos por ano, além de peças, acessórios e roupas especiais.A vocação para inovar de todos os modelos Buell foi construída em torno de uma filosofia criada pelo idealizador da marca, Erik Buell: a Trilogia de Tecnologia. O preceito consiste em três regras para a fabricação das motos: rigidez de quadro, centralização de massa e baixo peso. 
Em outras palavras, o chassi rígido reduz a flexibilidade da motocicleta e aumenta sua estabilidade, especialmente em pisos irregulares.Outro ponto é o objetivo de limitar ao mínimo possível o peso de todos os componentes não sustentados por molas. Isso permite que os pneus mantenham contato constante com o piso. A menor massa não suspensa também resulta em maior agilidade, assegura tração o tempo todo, o que se traduz em desempenho, estabilidade e segurança. A Buell também é conhecida por desenvolver soluções inovadoras, como o freio ZTL (Zero Torsion Load), sistema no qual o disco de freio é fixado na parte de fora da roda dianteira, no aro, e não no cubo central, como nas motos existentes no mercado. 
Esse processo impede que o ato de brecar torça o disco e, com isso, proporciona uma frenagem mais segura. O resultado é uma redução de três quilos na parte frontal da moto. A centralização de massas sempre foi uma necessidade de motocicletas ditas ágeis. A inovação proposta pela Buell está nas soluções encontradas e no resultado final obtido. O posicionamento do escapamento sob a motocicleta, em vez de atrás ou ao lado, é apenas um dos exemplos. Para a Buell, não há sentido em colocá-lo na lateral ou na traseira. Outro ponto abordado pelo modelo de centralização de massas é o interior do quadro de alumínio, que funciona como um tanque de combustível, com capacidade para armazenar 16,7 litros de gasolina. Pelo mesmo motivo, o óleo do motor também é mantido dentro da balança traseira. No lugar tradicional do tanque, estão o filtro de ar e o corpo da injeção, que podem ser vistos através da capa acrílica translúcida, inspirada nos computadores iMac da Apple."





Fonte: FBM Motos

segunda-feira, 14 de março de 2011

3 dicas simples que evitam acidentes motociclisticos.(again)

Olá pessoal, depois de um breve hiato (graças ao carnaval e a quantidade imensa de serviço) voltamos com tudo no SRADMotor... dentre as novidades do blog, é com imensa alegria que lhes apresento o Danilo (Dan) o mais novo editor do blog. Mas... vamos ao que interessa. Vira e mexe sempre tem alguém me perguntado alguma dica pra evitar cair de moto, pois bem, se conselho fosse bom não se dava, se vendia, mas... os principais pontos que levam um motociclista a ter segurança na moto são:
1- Cuidado com os outros (Cerca de 65% dos acidentes envolvendo motociclistas, tem como culpado um terceiro veiculo)
2- A moto não é a extensão do seu pênis (TODAS as vezes que caí de moto, eu estava fazendo besteiras, então evite contratempos e chateações, pilote a moto como ela deve ser pilotada)
3- Roupas e capacetes adequados (preciso falar que os chão é duro e rala a sua pele?)
Posso parecer repetitivo com esse assunto mas, é sempre bom lembrar e deixar claro que normalmente os acidentes de moto são fatais ou debilitantes...

Custom até 150cc

Ok, vamos lá: Que tipo de moto você gosta? (ver Tipos de Motocicletas ) Seja qual for a sua preferência não dá pra negar: Custom é o modelo favorito de quem quer ter a moto com a sua cara, de olho no conforto e na personalização não é a toa que é o modelo mais apreciado por entusiastas. Bonitas e cheias de estilo, agora são uma opção ara quem não quer (ou não pode) gastar muita grana o preço delas varia, mas podem ser confortaveis para a maioria dos bolsos.

Ta certo que a maioria é nova no mercado e gera muitas dúvidas em quem quer adquirir uma, eu mesmo to louco pra trocar minha 125 modelo Street por uma Custom 125 ou 150. Mesmo observando o fenômeno da Invasão Xing Ling I, II e III, pode ser uma boa adquirir uma delas para usar no dia-a-dia e nos passeios do final de semana, só não recomendo o uso para viagens mais longas.

Essas são as Custom até 150cc que eu conheço:

Suzuki Intruder 125ED:
Pioneira, inovou por aqui, por ser Suzuki e estar a muito mais tempo no mercado provavelmente é a mais confiável de todas, já consolidada no mercado. a critica que persiste é a de que é a "menos bonita" de todas para ficar melhor só personalizando mesmo: sissy bar, guidão chifre de boi... a imaginação é o limite, aberto até mesmo ao Xuning (vai que alguém gosta...). outra crítica é a posição do comando (pedais) que são próximas do banco, ou seja, a posição de pilotagem é semelhante a de motos tipo Street (ângulo do joelho menor que 90º), porém existe acessório para colocar o comando mais para frente. Apesar de ter menor cilindrada que as concorrentes não deixa a desejar na potência de aproximadamente 11,5 CV a 9.000 RPM.

Dafra Kansas 150:
Pintando mais uma vez aqui no Blog, a Kansas ja deu seus tropeços por aí, eu mesmo conheço alguns donos não muito felizes, porém passada a fase de "consolidação" tenho observado que os proprietários não trocaram de veículo e continuam rodando na Kansas, portanto não deve ser de todo ruim. trata-se de uma motocicleta bonita com boas opções de personalização. a posição de pilotagem é confortavel, mas sem exageiro. também faz belos 13 CV a 8.400 RPM

Kasinski Mirage 150:
Apareceu no ano passado, a compra da Kasinski pela Zongshen foi o casamento que gerou essa cria, cheia de estilo, muito bonita, segue o mesmo padrão das concorrentes, baixo preço, alto estilo. No princípio tambem teve problemas com os proprietários, falhas elétricas e vazamentos foram as reclamações, casos que na maioria foram resolvidos pelas concessionárias. Destaque para a posição de pilotagem, comando bem mais avançado (joelho com ângulo maior que 90º), maior conforto e presença. Outro detalhe que merece destaque é a baixa relação de marcha, muito torque, pouca velocidade final, na quinta marcha a rotação ja está alta e a motocicleta mal passou de 70 km/h, ta na cara que é motocicleta feita para a cidade e não para estrada, muitos proprietários tem trocado o pinhão de fábrica de 15 dentes por um de 16 para ganhar velocidade final. Pouco se pode falar do motor, apenas que a Zongshem tem exelente histórico de boas máquinas, e seus mais de 13 CV a 8.000 RPM dão gosto de se ver.

Miza Drago 150:
Monstruosa e pesada parece uma 250, vem completa com sissy bar, farois auxiliares, plataforma, bancos largos, muito cromado, escapamento duplo (com quatro ponteiras de escape, duas de cada lado), etc... Ainda pouco difundida o diferencial são os acessórios de fábrica e sua linda aparência, porém fez feio na potência abaixo das concorrentes aproximadamente 10 CV a 9.000 RPM e o preço também é alto em comparação as demais.

Garini GR150C:
Não vejo destas em minha cidade (Belém - PA), apesar de termos uma autorizada Garini na área, por esse motivo não tenho muito parâmetro para comentar, mas eu não tenho pessoalmente boa experiência com a Garini, o motor é robusto e resistente, mas a montagem não é das melhores, peças caindo é um dos problemas que vi nas motos da Garini. o tanque em formato de gota da um ar mais tradicional ao modelo, mas a posição de pilotagem é semelhante ao de motocicletas modelos Street. Desenvolve 11CV a 8.500RPM, também não é das melhores. (não me admira que eu não veja delas por aí)

Qual delas você compraria? Comente!

domingo, 13 de março de 2011

Uma Palavra sobre Pneus

Geralmente apenas lembramos dos Pneus da motocicleta quando temos que trocar, tudo bem, mas uma verificada de vez em quando não vai machucar, afinal estamos falando, acima de tudo, de segurança: calibragem, estado da banda de rodagem, etc.

A durabilidade do pneu está na casa dos 15.000 km, mas para ter certeza basta procurar na lateral do pneu pela inscrição TWI (indicador de desgaste dos sulcos) se os sulcos ja estiverem no nível do indicador é hora de trocar o pneu.

Na hora de escolher o seu pneu atenção as especificações: Largura da banda de rodagem em milímetros/Altura Lateral do Pneu Medida do Aro. Por exemplo: 180/55 17 (180 milímetros de banda, 99 milímetros de altura e aro 17). outras informações como índice de carga e velocidade máxima também são importantíssimos. No Pneu traseiro quanto maior a largura de banda mais conforto e estabilidade, quanto maior for a altura lateral do pneu você ganha em conforto mas perde estabilidade, ou seja, escolha com sabedoria. lógico que não se pode brincar com o pneu dianteiro, se for muito grosso afeta a dirigibilidade e lembre-se que o freio é afetado diretamente, o ideal de frenagem é que seja feita a 70%na dianteira e 30% na traseira.

Observe também o tipo de banda de rodagem que você esta usando para não prejudicar a sua segurança e a durabilidade do pneu:

Pneu de competição:

Feitos para serem usados em pistas e provas e desenvolvidos para trabalhar em altas temperaturas, tem baixa durabilidade e não devem ser usados em pistas molhadas. não tem desenhos na banda de rodagem, são "lisos", porém adequados as condições de competições de velocidade. (na verdade coloquei isso aqui apenas para completar a lista, não conheço ninguém que usa isso, rsrsr.)


Pneu desportivo:

Feitos para uso desde pistas e competições (modelos mais macios que aquecem mais e duram menos) até o uso em motocicletas esportivas de passeio (modelos de borracha intermediaria), apesar de possuírem desenhos na banda de rodagem o uso desses pneus em pavimento molhado deve ser muito cuidadoso.


Pneu touring:

Feitos para o uso cotidiano, são a melhor opção se a motocicleta for o seu meio de transporte diário. Feitos de borracha mais rígida e de menor temperatura de rodagem com maior durabilidade também dão boa aderência e segurança em pavimentos molhados, além de se adaptarem bem a praticamente qualquer tipo de pavimento.


Pneu misto:

Se o seu objetivo for manter a durabilidade e segurança do modelo touring, porém o seu percurso não tem boa pavimentação, ou seja, trafega com frequência em Piçarra e solos arenosos, sacrificando apenas um pouco da durabilidade do pneu no asfalto você provavelmente deve optar por este modelo com sulcos mais profundos para dar maior aderência.


Pneu TT:

Provas de cross, terrenos acidentados, areia fofa... estamos falando do território do pneu TT - qualquer terreno, desenvolvido para melhor desempenho em terrenos irregulares e difíceis de trafegar para os demais modelos de pneus.



Sobre reparos e manutenção, o pneu pode ser com ou sem câmara, infelizmente ao furar um pneu sem câmara é um pouco difícil ter certeza de que o reparo vai durar, kits de reparo são úteis em viagens, mas não garantem que o problema foi resolvido. Já os pneus com câmara é minha opinião intransigente: furou a câmara, troque a câmara, reparos não podem ser usados como solução permanente, mas apenas como paliativo até trocar a câmara.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Aviso aos navegantes

Galera... a vida anda um tanto quanto conturbada, meus afazeres estão tomando conta do meu tempo em período integral e por causa disso o blog anda um pouco desatualizado. Diante da tal fato venho por meio desse lhes fazer a seguinte proposta (e essa é a última!!!), aqueles que quiserem fazer parte do editorial do SRADMotor mandem um e-mail para contato.sradmotor@hotmail.com... vamos lá... ajudem o blog mais querido do mundo motociclístico.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Saroléa modelo 25.O (a mais Inglesa das motos Belgas)

Antiguidade, essa é uma palavra que sinceramente eu gosto. Gosto de saber da história das coisas, gosto de saber o peso que um determinado objeto teve em um período de tempo, gosto de pensar o quanto carrega de lembranças e vivências um certo item. Pois bem, é um fato publico e notório que as motos inglesas são ícones da engenharia, durabilidade e inovação, mas... o assunto em questão não é nenhuma moto inglesa, mas sim uma motocicleta BELGA. Fundada no ano de 1898, a Saroléa foi uma das marcas de motocicletas mais importantes na Europa, digo isso por alguns motivos bem simples, suas motos eram confiáveis, com um visual agradável e o mais importante de tudo, elas eram potentes.
O modelo 25.O é basicamente uma hard tail, com suspensão de molas na dianteira e um motor monocilindrico de 4 tempos de 350cc, até aí tudo bem, mas... essa é uma moto rara aliás raríssima, contam-se no dedos quantas dessas motocicletas existem no mundo. Produzidas nos anos 30, o modelo 25.O gereva cerca de 8hp, parece pouco, mas não é, acredite essa era um cavalaria respeitavel para uma moto de 350cc. As grandes concorrentes da Saroléa eram as inglesas Norton e Triumph e as americanas Harley e Indian, mesmo com nomes de peso contra a modelo 25.O, existia um grande diferencial entre as motos angloamericanas e a Belga, a Saroléa fazia modificações contantes na moto, chegando ao ponto de a cada 6 meses remodelar e melhorar performance de seus produtos, melhor ajuste de embreagem, pneus mais largos, redimensionamento de faróis e guidão eram comuns e agradavam seus usuários.
Resumindo, a moto que você comprou hoje teria melhoramentos estéticos e dinâmicos em 6 meses. Essa preocupação em agradar e dar aos clientes um produto de boa qualidade fez com que a Saroléa viesse a se tornar um símbolo de qualidade e engenhosidade.
Dentro do ramo das motos para restauração a Saroléa é uma das marcas mais caras e uma das poucas que pode valer alguns milhares de dólares em estado de sucata... se alguém paga uma boa quantia por uma moto sucateada, imagine uma restaurada???


terça-feira, 1 de março de 2011

Bimota DB7

Com um visual esportivo e bastante chamativo, a nova DB7 é também um misto de exclusividade e requinte. Isso porque a marca italiana não poupou acessórios de primeira linha com peças em fibra de carbono. Com isso o visual da nova DB7 está digno de uma verdadeira superbike.
Todo o conjunto da DB7 é formado por grandes carenagens frontal e laterais, também em fibra de carbono, que trabalham como forma de canalizar melhor as tomadas de ar e melhorar a performance em altas velocidades, seu habitat natural. Na frente chama a atenção o grupo óptico, com duas lâmpadas sobrepostas. 

Os espelhos retrovisores seguem uma linha esportiva, com aspecto moderno e piscas acoplados, igual aos automóveis de luxo.Por onde se olha, percebe-se o requinte de todo o projeto idealizado pela Bimota. O painel digital, por exemplo, conta com computador de bordo para as medições de funcionamento dos principais componentes da parte mecânica, ciclística e elétrica, além de ter boa visualização. Um amortecedor de direção instalado para o guidão tem a função de deixar a pilotagem mais segura e eficiente em altas velocidades. 
Outro destaque na nova DB7 está na rabeta. Ao contrário do que acontece em outros modelos, nela o sub-quadro é confeccionado em fibra de carbono estrutural, que traz como vantagem o baixo peso. O tanque de combustível tem capacidade para 16 litros de combustível. O peso a seco do modelo também agrada e contribui para a agilidade do conjunto: são apenas 170 kg! Quem pilotou a nova DB7 não deixou de destacar a “pegada racing” do modelo, caracterizada, também, pelo assento alto do piloto (altura de 800 mm) e a frente caída. Boa de curva e ágil nas retas, o modelo causou boa impressão a imprensa especializada pela facilidade de condução.





Mecânica e ciclística
O coração que bate na nova DB7 já é um conhecido para a maioria dos apaixonados por motos italianas. Trata-se de um potente bicilindrico em “V” a 90 de 1099 cm³ com arrefecimento líquido. Detalhe: o propulsor é o mesmo utilizado pela Ducati 1098. Leve e potente, a Bimota escolheu essa nova geração dos motores Ducati pela confiabilidade e qualidade que estes demonstram frente à concorrência. Não é a toa que a parceria entre as duas marcas já dura anos. 

A potência declarada é de 160 cv a 10.700 rpm com torque de 12,5 kgf.m a 8.000. Ou seja, força e tecnologia de sobra para não deixar ninguém “na mão”. Como não poderia ser diferente, os elogios à mecânica da nova DB7 foram bastante ostensivos. Segundo a imprensa internacional, as respostas ao acelerador são rápidas e precisas, o que deve agradar em cheio os consumidores que buscam uma autêntica superbike.
Completam o conjunto mecânico o câmbio de seis velocidades com a transmissão final feita por corrente e os escapes 2 em 1 equipado com catalizador e sonda lambda.
A DB7 usa um quadro em treliça, tradicional da Bimota. Um dos destaques, neste sentido, está na balança traseira, arquitetada com esta mesma tecnologia. As suspensões são totalmente ajustáveis e incorporam a mais alta tecnologia desenvolvida para as pistas de corrida. Na frente o sistema usa um garfo invertido da Marzocchi com tubos de 43 mm de diâmetro e curso de 120 mm. Atrás a suspensão é monochoque também com curso de 120 mm. 






Os freios são da Brembo, sendo de disco duplo com 320 mm na dianteira, e um simples de 230 na traseira. As rodas são de liga de alumínio forjado, com 17 polegadas de diâmetro calçadas com pneus Continental Race Attack. 
No Brasil a DB7 deve desembarcar até o final do ano. Segundo o representante da marca no País não existe ainda um preço definido de comercialização. A empresa só informa que o valor deverá ficar na casa dos R$ 140 mil, algo um tanto quanto fora dos padrões da realidade, se assim podemos dizer. Os interessados em conhecer esta incrível máquina podem entrar em contato com a Bimota Brasil pelo site www.bimotabrasil.com.br. Para quem dispõe de recursos e procura por exclusividade e emoção, este sem dúvida é um modelo a ser considerado.





Via: webmotors